terça-feira, 12 de abril de 2011


Ontem realizamos mais uma reunião do Conselho Gestor da UBS Veleiros

Assuntos abordados:
  • Novos funcionários RH - Melhora no atendimento da recepção
  • Baixa produtividade no atendimento do psicólogo e pediatras
  • Planejamento Café da Manhã, no sábado da Campanha de Idosos
  • Resultado da Apresentação sobre Conselho Gestor para o Rotary Cidade Dutra
  • Cronograma de atividades sobre as necessidades da UBS Veleiros
  • "Follow Up" dos assuntos pendentes
Abaixo: Relatório Atividades e Pesquisa de Satisfação (14 fev a 11 abril)

Conselho Gestor/Sociedade Civil

14 Fevereiro a 11 Abril  2011
Realizações:
·        12° Bazar em 14.03.2011
·        Apresentação ao Rotary Club Cidade Dutra (4 hs)
·        Serviços comunicação e relatórios (+/- 50h) Suely Schraner
·        Serviços entrega ofícios e captação recursos CMT (+/- 20h) CG
·        Serviço participação em reunião sub-prefeitura (+/- 10h) Suely Damkauskas
·       Livros e revistas disponibilizados semanalmente (+/- 200 títulos) (Biblioteca Malba Tahan)
Captação de recursos:
Itens para o bazar -         Nº Peças /Por:
·        300 (Moda )  / MOB
·       150 (Vestuário)/ Eneida
·          20 (Livros novos / Suely
·          42 (Vestuário) / Dora
·          11 (Vestuário e Casa / Noemia
·          30 (Tacinhas c/ balas /Suely & Eneida
·          12 (Vestuário) /Suely
·          Diversos:/ Clara,Neuza,Eunice,Zélia & Roseti
Atuação na comunidade:
·        Atividade no LJG (Boas Vibrações & Doces Surpresas)
·        Entrega livros no CRECA +/- 500 títulos
·        Serviço de guia vidente, para usuária Maria da Paz
·        Participação na reunião do Rotary Club
Serviço de divulgação:
·        Diversos e-mails enviados para colaboradores e usuários
·        Postagem no blog
·        Postagem no facebook

Prepare-se:
. Café da Manhã dos Idosos: 30 Abril
. Próximo Bazar dia 08  de agosto 2011
. Próxima reunião dia 06 de junho às 15h, sala 13.

Notas: Ouvidoria: 0800.7744.977   -       Prefeitura: 156 (grátis) email:cgestorveleiros@gmail.com & Blog: http://conselhogeusveleiros.blogspot.com/           sasabr2011



 
Conselho Gestor UBS Veleiros – Pesquisa de Satisfação
  Período: de 10 Fevereiro até 07 abril 2011



Ótimo

Bom
Regular
Ruim
Não teve contato/NR
Atendimento Telefônico

1
5
8
10
Recepção

3
7
11
4
Atendimento de Enfermagem
4
8
6
2
5
Atendimento Médico
4
6
6
1
8
Exames de Laboratório
3
5
5
2
9
Farmácia
4
3
4
4
5
Limpeza da unidade
3
7
7
2
5
Instalações Físicas
1
9
6
2
6
NR=Não respondeu

Elogios:

-Dra Heloisa e atendente Clarisse são pessoas humanas, compreensivas e  competentes (Vera Lucia Nobrega)


Reclamações:

-Atraso do médico: 1
-Demora no atendimento recepção: 9
-Falta de clínico: 2
-Falta de limpeza: 1
-Falta medicamento: 1
-Mal atendimento: 6

                                                                                                                                                                                                          Sasabr2011

Boa notícia

Boa notícia

Vagas para atendimento com psicólogo e pediatras (vários horários).

UBS Veleiros, av. Clara Mantelli, 185, Veleiros, F. 5687.0639

http://conselhogeusveleiros.blogspot.com

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Consulta não é um produto como banana vendida na feira

Por: Hélio Schwartsman - Folha de São Paulo -Caderno Cotidiano de 06.04.2011
Uma consulta médica não é um produto como a banana vendida na feira livre. Ali, a transação acaba quando o comprador paga e sai com o artigo debaixo do braço. Se o preço foi barato, ele fez um bom negócio; se foi caro, a vantagem é do comerciante.
No caso da saúde, os planos até conseguem impor seus preços aos médicos, mas isso tem uma série de implicações não necessariamente vantajosas para as operadoras -muito menos para os pacientes.
A mais óbvia é que os médicos reduzem a duração das consultas, com o objetivo de fazer mais atendimentos por dia e, assim, garantir seu fim de mês. Sem tempo para colher cuidadosamente a história do doente, os profissionais procuram precaver-se contra eventuais erros pedindo uma série de exames que poderiam ser evitados com uma anamnese bem-feita. Boa parte desses testes custa várias vezes mais do que o despendido na consulta.
As operadoras já se deram conta desse efeito e, especialmente as que atuam no mercado de baixa renda, tentam limitar o número ou o tipo de exame que o médico pode pedir. Um paciente atendido nessas condições estaria melhor servido pelo SUS.
Com o preço da consulta defasado, médicos com mais experiência e uma certa clientela tendem a deixar os planos, que acabam perdendo seus melhores profissionais. E isso não é bom para a eficiência do sistema.
As operadoras, é claro, sabem fazer contas. E conhecem todos esses perigos de médio e longo prazo. A questão é que elas atuam com a lógica do aqui e agora, determinada pela concorrência e pelos resultados presentes.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Idosos -Onde buscar informações

Defensoria Pública de SP/ Núcleo do Idoso
11- 3101-0155 Capital -SP
Promotoria de Atendimento ao Idoso Capital
11- 3119-9082 /3119-9083

Delegacia do Idoso Centro da Capital -SP
11- 3237-0666/ 3656-3540

Núcleo Atenção ao Idoso do FUSSESP
11- 2588-5722  Capital-SP

Conselho Municipal do Idoso de São Paulo
11- 3113-9631  Capital-SP
Conselho Estadual do Idoso de SP
11- 3222-1229 Capital-SP

Conselho Nacional do Idoso
61- 3429-3598  em Brasília -DF  

segunda-feira, 4 de abril de 2011

INSS deve revisão automática para 131 mil aposentados e pensionistas


PAULO MUZZOLON
FOLHA DE S.PAULO



Cerca de 131 mil aposentados e pensionistas do INSS que se aposentaram até 2003, e que tiveram o benefício limitado ao teto previdenciário da época da concessão, poderão ser beneficiados por uma decisão do STF (Supremo Tribunal Federal).


Entretanto, ainda não há data para o pagamento ser feito. Além do corte orçamentário de R$ 2,5 bilhões nas contas da Previdência - a revisão deve custar R$ 1,52 bilhão -, o INSS afirma que há dúvidas sobre a revisão, que estão sendo analisadas pela Advocacia-Geral da União.


A revisão é válida porque em duas ocasiões - dezembro de 1998 e janeiro de 2004- o governo elevou o teto do INSS acima do que era pago, até então, aos segurados que recebiam esse limite.

Até novembro de 1998, o teto era de R$ 1.081,50. Depois, foi para R$ 1.200. Mas quem já recebia o valor menor não recebeu o novo teto. O mesmo ocorreu em janeiro de 2004, quando o teto de R$ 1.869,34 subiu para R$ 2.400.

O benefício do segurado sempre é limitado ao teto, mesmo quando a média de seus salários de contribuição ultrapassa esse valor.


O que o STF decidiu é que a diferença deve ser repassada ao segurado sempre que o teto for reajustado de forma independente dos benefícios, como em 1998 e em 2004.


Mas a decisão deixou dúvidas: se a revisão vale para aposentadorias após 1991, quando a atual lei previdenciária entrou em vigor, ou após 1988, data da Constituição. Também é preciso esclarecer se a decadência -prazo de dez anos para o segurado entrar com o pedido de revisão após obter o benefício- será aplicada nesse caso.


As questões podem reduzir o total de segurados com direito ao aumento. O INSS também avalia se convocará quem pode ter a revisão ou se o reajuste será automático.


A Dataprev calculou que o reajuste médio para os segurados será de R$ 184,86 por mês, com atrasados de R$ 11.586 (valores não pagos nos últimos cinco anos).


Terão direito ao aumento os segurados que receberam pensão, aposentadorias por idade, por tempo de contribuição, por invalidez e especial, auxílio-doença, aposentadoria de professor, aposentadoria de ex-combatente e auxílio-reclusão.



Fonte: Folha de S.Paulo

sábado, 2 de abril de 2011

De olhos bem vermelhos

Por:Guilherme Genestreti -Folha de S. Paulo,02 de abril de 2011 -Caderno Saúde

A epidemia de conjuntivite começou no litoral, subiu a serra e se espalhou
pelo interior do Estado de São Paulo. 

Na cidade de São Paulo foram notificados 119 mil casos entre 1º de fevereiro
e 25 de março, segundo dados da Secretaria Municipal da Saúde.
O principal vetor é o vírus Coxsackie A 24, mais resistente ao sistema de
defesa do corpo e muito contagioso. 

O contato com alguém infectado ou objeto contaminado pode fazer aparecer, em
poucos dias, vermelhidão, coceiras e irritação nos olhos.
"Eu atendia de dez a 20 pacientes por mês. Agora, chegam até 40 por dia",
diz Arnaldo Gesuele, do hospital Beneficência Portuguesa. 

Segundo esse oftalmologista, a concentração de pessoas no Carnaval ajudou a
espalhar a doença pelo Estado. 

"Não existe um antivírus. Tratamos os sintomas e controlamos as condições de
a doença se desenvolver", diz. 

Em nota, o Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) recomenda
que a pessoa com conjuntivite lave os olhos com água mineral ou filtrada e
evite compartilhar objetos como toalhas, colírios e maquiagem.
A entidade desaconselha compressas de água boricada ou soro fisiológico.
"Além de não produzirem mais benefícios do que a água fria, podem trazer
efeitos colaterais", alerta Adamo Lui Netto, coordenador de oftalmologia do
órgão.
A água boricada contém ácido bórico, que pode causar alergia nas pálpebras.
O soro tem cloreto de sódio, que pode irritar mais o olho.
O principal é a temperatura da compressa: deve ser a da porta da geladeira.
Colírio lubrificante também ajuda, mas um sem conservantes, para não dar
alergia, diz Daniella Fairbanks, oftalmologista do São Luiz.


http://www1.folha.uol.com.br/fsp/saude/sd0204201101.htm

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Marcas de fantasia

sexta-feira, 1 de abril de 2011



RUY CASTRO


RIO DE JANEIRO - Não se trata de voltar ao tempo em que crianças tomavam algo chamado óleo de fígado de bacalhau sem espernear. Ou que os remédios traziam como chancela apenas o sobrenome de seu criador ou fabricante, como o Sal de Uvas Picot, as Pílulas de Vida do Dr. Ross, o Vinho Reconstituinte Silva Araújo, a Loção Cura Caspa Brandão, e isso parecia bastar.
Longe também vai o tempo em que o nome no rótulo já indicava para o que servia o produto: Astringosol (antisséptico bucal), Rugol (pomada para rugas), Odo-ro-no (desodorante), Nicotan (pasta dental para fumantes), Antisardina (creme para a cútis, como se anunciava) ou Lavolho (colírio).
Claro que, às vezes, a pessoa podia se enganar: quem pedisse Pyrex na farmácia, achando que era uma anfetamina, descobria que se tratava de uma fôrma de cozinha, própria para levar ao forno.
O normal era que remédio tivesse nome de remédio -Melhoral, Cibalena, Atroveran, Enteroviofórmio, Colubiazol. E assim foi até há pouco. Mas, ultimamente, os laboratórios adotaram a tática de vender otimismo, ilusão e prazer na marca de fantasia. Os novos remédios -alguns deles, tremendos torpedos- evocam bombom, filme de arte, teatro, até sexo.
Daí que alguns dos antidepressivos mais populares de hoje se chamam Serenata, Città e Exodus. Ou que um antibiótico atenda por Astro. Há também um remédio para a menopausa chamado Aplause. E outro, para dores nevrálgicas, com o nome de Lyrica. Um conhecido anticoncepcional se chama Diane 35. E uma espécie de inalante leva o sugestivo nome de (com todo respeito) Penetro. Deve ser por isso que chamam de marca de fantasia.
Como hoje frequento mais farmácias que botequins, até sem querer sou informado dessas novidades. E, como bom espírito de porco, meu favorito é um remédio para hipertensão chamado Capoten.