terça-feira, 5 de abril de 2011

Idosos -Onde buscar informações

Defensoria Pública de SP/ Núcleo do Idoso
11- 3101-0155 Capital -SP
Promotoria de Atendimento ao Idoso Capital
11- 3119-9082 /3119-9083

Delegacia do Idoso Centro da Capital -SP
11- 3237-0666/ 3656-3540

Núcleo Atenção ao Idoso do FUSSESP
11- 2588-5722  Capital-SP

Conselho Municipal do Idoso de São Paulo
11- 3113-9631  Capital-SP
Conselho Estadual do Idoso de SP
11- 3222-1229 Capital-SP

Conselho Nacional do Idoso
61- 3429-3598  em Brasília -DF  

segunda-feira, 4 de abril de 2011

INSS deve revisão automática para 131 mil aposentados e pensionistas


PAULO MUZZOLON
FOLHA DE S.PAULO



Cerca de 131 mil aposentados e pensionistas do INSS que se aposentaram até 2003, e que tiveram o benefício limitado ao teto previdenciário da época da concessão, poderão ser beneficiados por uma decisão do STF (Supremo Tribunal Federal).


Entretanto, ainda não há data para o pagamento ser feito. Além do corte orçamentário de R$ 2,5 bilhões nas contas da Previdência - a revisão deve custar R$ 1,52 bilhão -, o INSS afirma que há dúvidas sobre a revisão, que estão sendo analisadas pela Advocacia-Geral da União.


A revisão é válida porque em duas ocasiões - dezembro de 1998 e janeiro de 2004- o governo elevou o teto do INSS acima do que era pago, até então, aos segurados que recebiam esse limite.

Até novembro de 1998, o teto era de R$ 1.081,50. Depois, foi para R$ 1.200. Mas quem já recebia o valor menor não recebeu o novo teto. O mesmo ocorreu em janeiro de 2004, quando o teto de R$ 1.869,34 subiu para R$ 2.400.

O benefício do segurado sempre é limitado ao teto, mesmo quando a média de seus salários de contribuição ultrapassa esse valor.


O que o STF decidiu é que a diferença deve ser repassada ao segurado sempre que o teto for reajustado de forma independente dos benefícios, como em 1998 e em 2004.


Mas a decisão deixou dúvidas: se a revisão vale para aposentadorias após 1991, quando a atual lei previdenciária entrou em vigor, ou após 1988, data da Constituição. Também é preciso esclarecer se a decadência -prazo de dez anos para o segurado entrar com o pedido de revisão após obter o benefício- será aplicada nesse caso.


As questões podem reduzir o total de segurados com direito ao aumento. O INSS também avalia se convocará quem pode ter a revisão ou se o reajuste será automático.


A Dataprev calculou que o reajuste médio para os segurados será de R$ 184,86 por mês, com atrasados de R$ 11.586 (valores não pagos nos últimos cinco anos).


Terão direito ao aumento os segurados que receberam pensão, aposentadorias por idade, por tempo de contribuição, por invalidez e especial, auxílio-doença, aposentadoria de professor, aposentadoria de ex-combatente e auxílio-reclusão.



Fonte: Folha de S.Paulo

sábado, 2 de abril de 2011

De olhos bem vermelhos

Por:Guilherme Genestreti -Folha de S. Paulo,02 de abril de 2011 -Caderno Saúde

A epidemia de conjuntivite começou no litoral, subiu a serra e se espalhou
pelo interior do Estado de São Paulo. 

Na cidade de São Paulo foram notificados 119 mil casos entre 1º de fevereiro
e 25 de março, segundo dados da Secretaria Municipal da Saúde.
O principal vetor é o vírus Coxsackie A 24, mais resistente ao sistema de
defesa do corpo e muito contagioso. 

O contato com alguém infectado ou objeto contaminado pode fazer aparecer, em
poucos dias, vermelhidão, coceiras e irritação nos olhos.
"Eu atendia de dez a 20 pacientes por mês. Agora, chegam até 40 por dia",
diz Arnaldo Gesuele, do hospital Beneficência Portuguesa. 

Segundo esse oftalmologista, a concentração de pessoas no Carnaval ajudou a
espalhar a doença pelo Estado. 

"Não existe um antivírus. Tratamos os sintomas e controlamos as condições de
a doença se desenvolver", diz. 

Em nota, o Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) recomenda
que a pessoa com conjuntivite lave os olhos com água mineral ou filtrada e
evite compartilhar objetos como toalhas, colírios e maquiagem.
A entidade desaconselha compressas de água boricada ou soro fisiológico.
"Além de não produzirem mais benefícios do que a água fria, podem trazer
efeitos colaterais", alerta Adamo Lui Netto, coordenador de oftalmologia do
órgão.
A água boricada contém ácido bórico, que pode causar alergia nas pálpebras.
O soro tem cloreto de sódio, que pode irritar mais o olho.
O principal é a temperatura da compressa: deve ser a da porta da geladeira.
Colírio lubrificante também ajuda, mas um sem conservantes, para não dar
alergia, diz Daniella Fairbanks, oftalmologista do São Luiz.


http://www1.folha.uol.com.br/fsp/saude/sd0204201101.htm

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Marcas de fantasia

sexta-feira, 1 de abril de 2011



RUY CASTRO


RIO DE JANEIRO - Não se trata de voltar ao tempo em que crianças tomavam algo chamado óleo de fígado de bacalhau sem espernear. Ou que os remédios traziam como chancela apenas o sobrenome de seu criador ou fabricante, como o Sal de Uvas Picot, as Pílulas de Vida do Dr. Ross, o Vinho Reconstituinte Silva Araújo, a Loção Cura Caspa Brandão, e isso parecia bastar.
Longe também vai o tempo em que o nome no rótulo já indicava para o que servia o produto: Astringosol (antisséptico bucal), Rugol (pomada para rugas), Odo-ro-no (desodorante), Nicotan (pasta dental para fumantes), Antisardina (creme para a cútis, como se anunciava) ou Lavolho (colírio).
Claro que, às vezes, a pessoa podia se enganar: quem pedisse Pyrex na farmácia, achando que era uma anfetamina, descobria que se tratava de uma fôrma de cozinha, própria para levar ao forno.
O normal era que remédio tivesse nome de remédio -Melhoral, Cibalena, Atroveran, Enteroviofórmio, Colubiazol. E assim foi até há pouco. Mas, ultimamente, os laboratórios adotaram a tática de vender otimismo, ilusão e prazer na marca de fantasia. Os novos remédios -alguns deles, tremendos torpedos- evocam bombom, filme de arte, teatro, até sexo.
Daí que alguns dos antidepressivos mais populares de hoje se chamam Serenata, Città e Exodus. Ou que um antibiótico atenda por Astro. Há também um remédio para a menopausa chamado Aplause. E outro, para dores nevrálgicas, com o nome de Lyrica. Um conhecido anticoncepcional se chama Diane 35. E uma espécie de inalante leva o sugestivo nome de (com todo respeito) Penetro. Deve ser por isso que chamam de marca de fantasia.
Como hoje frequento mais farmácias que botequins, até sem querer sou informado dessas novidades. E, como bom espírito de porco, meu favorito é um remédio para hipertensão chamado Capoten.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Viver é perigoso


FOLHA DE SÃO PAULO (SP) • MUNDO • 23/3/2011 • PASTA POLÍTICA
Mesmo se tomadas as devidas precauções, viver continuará sendo, como sabia Guimarães Rosa, muito arriscado

ANTÔNIO PRATA
COLUNISTA DA FOLHA
Guerras, terremotos, maremotos, enchentes, deslizamentos: nada disso é novo na história da humanidade. Novo é o nosso susto. Dos judeus do Antigo Testamento aos Bororo do Mato-Grosso, todos sempre acreditaram que, de tempos em tempos, por razões que nos eram inatingíveis, os deuses se enfureciam e mandavam fogo, água, gafanhotos, exércitos inimigos, chuva de enxofre e outras desgraças.
Nós expulsamos os deuses, mas preenchemos o vazio com um antropocentrismo tão autoconfiante quanto ingênuo. Cremos que com sismógrafos e exercícios físicos, com boas políticas e baixo teor de gorduras, com os algoritmos corretos e pensamento positivo, estaremos livres de todo o mal.
No dia seguinte ao terremoto do Japão, o repórter televisivo insistia com um geólogo: os abalos sísmicos não têm mesmo nada a ver com a ação do homem? O volume de gás e petróleo tirados do fundo da Terra não influi no movimento das placas tectônicas? O cientista, categórico, afirmava que não: nada que o homem faça ou deixe de fazer tem qualquer efeito sobre essas gigantescas massas sólidas, deslocando-se pelo mingau de magma.
Nos olhos do repórter, a mesma aflição de milhões de pessoas mundo afora, ao contemplar os vídeos do tsunami e não encontrar, na fúria lenta e silenciosa das águas, qualquer sentido subjacente.
Claro que nem todas as tragédias são inevitáveis e muitas delas são causadas, agravadas ou atenuadas por nossas ações. Mas, mesmo se tomadas as devidas precauções, viver continuará sendo, como sabiam Guimarães Rosa, os judeus do Antigo Testamento e os Bororo do Mato-Grosso, muito perigoso. Eis o que, talvez, tenhamos redescoberto. Eis a razão do nosso susto: lembramo-nos que não é fixo o chão em que apoiamos os nossos pés, ao mesmo tempo em que, do céu, as únicas luzes possíveis são as dos mísseis e das baterias anti-aéreas.

terça-feira, 22 de março de 2011

Conselho Gestor da UBS Veleiros e Rotary Club SP - Cidade Dutra

Agradecemos ao Rotary Club SP- Cidade Dutra, Distrito 4420 pela acolhida e oportunidade de apresentarmos trabalho sobre a UBS Veleiros e seu Conselho Gestor.

Juntos objetivamos contribuir para a construção de um futuro melhor e mais justo, produzindo dignidade para conosco e os outros.


Além da História da Unidade e Recursos de Saúde existentes, foi mostrado os equipamentos sociais, as áreas de risco e os problemas referidos, bem como  as necessidades existentes.


Reconhecemos e valorizamos o trabalho e dedicação do Rotary para com a comunidade e em especial para com esta unidade de saúde e seus usuários.
  
Agradecemos a receptividade dos rotarianos, representados pelo seu atual presidente, Sérgio Katayama e Renato Galindo Jardim da Silva, atual Secretário. Nosso  muito obrigado a Sandra Regina de Jesus que iniciou esta parceria em 2007 e continua prestigiando nosso trabalho.